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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A INTOLERÂNCIA DE UMA CERTA CLASSE MÉDIA



Rebater às agressões e a brutalização de uma determinada classe média, antidemocratica e arrogante, de direita é um dever do cidadão diante da intolerância de pessoas e grupos inconformados com as derrotas que têm sofrido nas disputas democráticas, nos últimos tempos. Derrotas essas provocadas pelo voto livre e soberano do povo, ao escolher o PT e a presidenta Dilma para governar o país.
Foi o que fiz sábado à noite no Teatro Riachuele, em Natal. Com disposição retruquei, em um Show da cantora Ana Carolina, naquele teatro, um desses brutamontes que pasta por aí, que começou a chamar a nossa presidenta de corrupta, ladra, prostituta e outros impropérios. Em pleno teatro, em momento em que esperávamos o início do Show, que por sinal foi muito bom. Quando Ana Carolina fez críticas ao deputado Eduardo Cunha e suas contas na Suiça e a comunidade evangélica em cruzada contra as liberdade democráticas. Além de se posicionar contra a redução da maioridade penal, entre outras questões.
Pois bem, um maluco à minha frente começou a vociferar contra o governo, contra a presidente Dilma, reagi dizendo que ele não tinha nenhuma prova do que estava afirmando e que não propagasse a intolerância, que a presidenta teria sido eleita pela maioria da sociedade brasileiro, que respeitasse o meu voto e as preferências da maioria do povo, que havia derrota os candidatos dele. E mais: que aguardasse para vencer ou novamente perder a próxima eleição. Não desejasse um novo golpe de estado e o retorno de uma nova ditadura. Ele não levou o debate em frente, calou-se, sem mais se manifestar durante o Show.
Temos que decentemente enfrentar com destemor esse clima de violência que permeia uma certa elite inconformada com os processos democráticos de ascensão ao poder. Clima esse, incentivado pelos meios de comunicação, em especial, a Rede Globo de televisão. Uma empresa comercial, de concessão pública que vive a mentir e difamar autoridades constitucionalmente eleitas.

Fonte, https://www.facebook.com/geraldodemargela.margela?fref=nf
Geraldo de Margela é professor na UFRN

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