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sábado, 27 de maio de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
NÃO À VIOLÊNCIA E AO ÓDIO.
Uma nação complexa, com 200 milhões de brasileiros, a 8° economia mundial, com centenas de centros de pesquisas e universidades, uma rede escolar e institutos federais de ensino apreciáveis; com uma juventude ávida por progresso, que busca integrar-se à humanidade, não pode ser governada por baionetas, por bombas de gás, gás de pimenta, cassetetes, mordidas de cães e patas de cavalos. Não, esse Brasil arcaico ofertado pelo golpe ao nosso povo está merecendo desse mesmo povo o mais decisivo combate. Como ocorreu ontem, 24/5/2017, em Brasília e em todos os recantos do país.
Esse Brasil que Michel Temer e seus áulicos desejam impor é o Brasil do passado: o Brasil dos idos da Colônia, dos tempos do império e da escravidão; o Brasil da República Velha, sem direitos sociais e trabalhistas, e sob o mando dos coronéis do latifúndio, que de chibata em punho impunham as suas vontades, suas taras e verdades; o Brasil de retorno à ditadura, das prisões arbitrárias, da censura a cultura, das perseguições aos trabalhadores, aos jovens e aos intelectuais também não nos interessa. Esse Brasil dos golpistas, movido pelo ódio ao povo merece o nosso firme combate, a nosso indignação e o nosso repúdio.
Contra as políticas do Golpe nós propomos retomar um Brasil formado de cidadãos, de povo educado e civilizado que, com coragem, vínhamos construindo. Nessa direção nos somamos a justa luta dos sindicatos, dos professores, dos sem terra e sem teto, da juventude, dos aposentados, dos 14 milhões de desempregados, enfim, do povo, contra o império da exclusão social, da desigualdade, da perseguição e do estado de exceção. O caminho, o nosso caminho, diferente do de Temer e caterva, é o caminho da luta nas ruas e em todos os espaços de nossa convivência. Até retomamos os avanços sociais e conquistarmos a paz.
Geraldo de Margela Fernandes
Professor da UFRN
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Pra quem diz que é tudo farinha do mesmo saco. NÃO É NÃO!
"Objetivamente falando (sem qualquer paixão):
Uma coisa é delação premiada com rascunho de e-mail, contrato sem assinatura e recibo de pedágio. Outra coisa é delação premiada com gravações.
Uma coisa é interceptação telefônica, outra coisa é gravação telefônica feita pela parte, autorizada por lei.
Uma coisa são as pedaladas fiscais, outra coisa é a compra do silêncio de um preso.
Uma coisa é o sistema eleitoral em que você elege presidente e vice com o mesmo programa de governo. Outra coisa é o vice adotar um programa em que o povo não votou.
Uma coisa é a condução da Lava-jato feita pelo Moro. Outra coisa são as investigações da Polícia Federal que até rastrearam o dinheiro entregue a Aécio Neves...
Uma coisa são os políticos que votam contra os direitos dos trabalhadores, contra a aposentadoria. Outra coisa são aqueles que os defendem.
Não, não é tudo igual."
"Objetivamente falando (sem qualquer paixão):
Uma coisa é delação premiada com rascunho de e-mail, contrato sem assinatura e recibo de pedágio. Outra coisa é delação premiada com gravações.
Uma coisa é interceptação telefônica, outra coisa é gravação telefônica feita pela parte, autorizada por lei.
Uma coisa são as pedaladas fiscais, outra coisa é a compra do silêncio de um preso.
Uma coisa é o sistema eleitoral em que você elege presidente e vice com o mesmo programa de governo. Outra coisa é o vice adotar um programa em que o povo não votou.
Uma coisa é a condução da Lava-jato feita pelo Moro. Outra coisa são as investigações da Polícia Federal que até rastrearam o dinheiro entregue a Aécio Neves...
Uma coisa são os políticos que votam contra os direitos dos trabalhadores, contra a aposentadoria. Outra coisa são aqueles que os defendem.
Não, não é tudo igual."
Giorgia Sena - Procuradora da Advocacia-Geral da União (AGU).
domingo, 21 de maio de 2017
sábado, 20 de maio de 2017
Maravilhosa postagem de Luana Ambrosio. Detalhou com maestria aquilo que pensamos.
Luana Ambrosio
Por que cargas d'água o rádio do JBS que gravou Temer e Aécio, não gravou Lula e Dilma?
POR QUE, SENHOR?
Eu preciso me libertar, eu quero me libertar desse Lulodilmismo desenfreado que me assola, mas ninguém ajuda. Eu não sei mais o que fazer, é dia e noite eu lutando, sem sucesso, contra esse sentimento esquerdoso, fruto da doutrina marxista pregada pelos livros comunistas do MEC.
Toda vez que a Eliana Catanhede diz: BOMBA, eu penso: Pronto é agora, é agora que vão mostrar as gravações, as filmagens, as cédulas marcadas, os chips nas mochilas, o número da conta, os comprovantes bancários do recebimento de propina do Lula e da Dilma, assim como foi feito com o Temer, Aécio, Serra... É AGORA, eu penso ansiosa, segura PETRALHA QUE EU TÔ SAINDO, mas, quando eu vejo... eles me vem com "supostamente", "acredita-se", "talvez" e bla blá blá...
Então, lá se vai minha esperança de deixar de ser petralha cubanista, e quando eu dou por mim, eu já estou cantando a música do Lula, já estou vestida com o abada da CUT, com chapéu do MST e comendo meu pão com mortadela, pronta pra invadir uma terra.
Por favor, se alguém tiver uma prova de adulto, mande pra Curitiba, sim?!
Enquanto isso, vou seguindo com a minha alma encarnada.
Enquanto isso, vou seguindo com a minha alma encarnada.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
sábado, 13 de maio de 2017
JORNALISMO DE GUERRA
*Dilma: “Globo promove justiçamento e incita à prisão”*
“O jornalismo de guerra promovido contra mim e o presidente Lula é a prova de que a escalada autoritária contaminou radicalmente os formadores de opinião pública, como Merval Pereira, que hoje sugere, no Globo, a minha prisão.
A cobertura das Organizações Globo, defendendo o justiçamento de adversários políticos, quer substituir o Judiciário e todas as demais instâncias operadoras do Direito, pelo escândalo midiático. Julgam e condenam.
Buscam se constituir numa espécie de poder judiciário paralelo sem as garantias da Justiça, base do Estado Democrático de Direito. Fazem, assim, verdadeiros linchamentos, tentando destruir a biografia e a imagem de cidadãos e cidadãs. Nesse processo, julgam sem toga e promulgam sentenças sem direito de defesa.
Ferem de morte a liberdade de imprensa pois não respeitam a diversidade de opinião e a justiça. Selecionam alvos e minimizam malfeitos. Seu único objetivo é o maior controle oligopólico dos meios de comunicação, para impor um pensamento único: o seu.
Em outros tempos, em outros países, tais práticas resultaram na perseguição política e na destruição da democracia levando à escalada da violência e do fascismo.
Não adianta a intimidação. Não vou me curvar diante dessas ameaças e muito menos do jornalismo de guerra praticado pela Globo. Nem a tortura me amedrontou.
Repito o que tenho dito, dentro e fora do país: o Golpe de 2016 não acabou. Está em andamento. Não foi contra o meu governo, apenas. Foi contra o povo brasileiro e o Brasil. Está sendo executado todos os dias pela Globo, pelo governo golpista e todos que tentam desesperadamente consolidar o Estado de Exceção e a destruição de direitos.
Não vão me calar!”
DILMA ROUSSEFF
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