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sábado, 18 de agosto de 2018

por Gustavo Conde, linguista: "Desde que começou a cumprir essa pena absurda em Curitiba, escandalosamente ilegal, persecutória e política, Lula reorganizou seus ímpetos e sua inteligência. Ele jamais sucumbiria diante de algozes tão covardes e violentos. Não é do seu feitio, não é de seu caráter.
Limitada sua ação como interlocutor voraz da cena pública, Lula deslocou suas qualidades de negociador para uma instância diferente e igualmente poderosa: a escrita.
Preso, Lula passou a escrever diariamente, em folhas de caderno, com mensagens e bilhetes para lideranças políticas e sindicais do Brasil inteiro. Assim, ele costurou uma aliança extremamente complexa no campo das esquerdas, evidentemente com o auxílio qualificado de Fernando Haddad e Gleisi Hoffmann.
Mas essa nova competência posta em prática, a arte da escrita, é mais um daqueles momentos que assombram quem acompanha a trajetória de Lula. Lula levou para o texto escrito todo o seu poder de persuasão e toda a sua dicção política e humana.
O artigo que ele escreveu para o jornal The New York Times marca esse momento do nascimento de um novo estilo de texto. Ele, Lula, está lá, em cada linha, em cada parágrafo, em cada pontuação.
Antes que alguém pense que políticos não escrevem seus próprios artigos - o que é real - aviso de bate-pronto: no caso de Lula, agora, é diferente. Porque Lula está preso. Porque Lula está tomado pelo imenso poder que é ser um homem sozinho diante de si mesmo e diante de um sistema que quer eliminá-lo e proscrevê-lo. Nessas situações, quem tem caráter, toma todo o espectro das ações de resistência, até das ações mais singelas como a delicada redação de uma mensagem.
No artigo do New York Times, Lula está lá, em todos os lugares, com seu estilo, com sua verve, com o contrato particular que ele trava com os sentidos das palavras. Escrever, afinal, não é apenas dominar protocolos gramaticais. Escrever é muito mais do que isso.
A escrita de Lula é diferente. Os períodos são curtos, a sintaxe é minimalista, as escolhas lexicais são densas e simples e o ethos (o tom) consegue reproduzir fielmente sua marca emocional, visceral, de ser alguém que fala com o coração e ao mesmo tempo com extrema inteligência no controle do discurso.
Há muitas marcas de oralidade no texto de Lula que, ao invés de fragilizar uma escrita protocolar e obrigatoriamente técnica, fortalece-a, deixando-a mesmo mais poderosa do que a assinatura que a recobre.
Para os incrédulos acerca do talento literário de Lula - os céticos de plantão, habitantes da caixinha do senso comum -, adianto: o estafe de Lula certamente 'costurou' algumas passagens do texto, dadas as exigências protocolares de um artigo a ser publicado no jornal mais importante do mundo.
Mas isso é praxe até para os mais insuspeitos intelectuais dotados de prestígio acadêmico. Como revisor profissional, posso garantir, inclusive, que há muitos missivistas em operação na cena do comentário nacional cuja qualidade do texto bruto faria qualquer professor de ensino médio tremer.
Lula está neste texto do The New York Times como talvez em nenhum outro anterior. À medida em que o cerco a ele e às eleições se fecha, todo o processo simbólico de resistência se adensa. O Lula escritor é mais um lance espetacular da história que, por mais que se tente, não cessa sua ação de consagração aos protagonistas políticos verdadeiramente investidos de legitimidade popular.
Lula escreve tão bem que até traduzir o seu texto de uma língua para outra é fácil. É a linguagem universal. De fato, Impressiona. Ele lida com os sentidos das palavras de um jeito único, humano, límpido, singelo, sem tergiversar, sem querer impressionar, sem os trambiques academicistas que fazem os textos da elite parecerem monumentos ao pedantismo. Há verdade em cada passagem, em cada trecho, em cada palavra.
A questão é muito técnica e afirmo isso como linguista: ele gerencia os sentidos de maneira singular. É como uma pessoa simples dotada de profunda sabedoria que se expressa com todo seu corpo, sua alma e sua história.
Fica fácil entender porque tanto amor – a percepção de afeto majoritária neste cenário – e porque tanto ódio – a minoria que não consegue lidar com as transferências do amor. Alguém que massageia neste nível de intensidade o aparato de codificação dos sentidos (a interpretação social) é insuportável para o segmento que detesta o sentido e a progressão do sentido.
Os acumuladores compulsivos de ódio são apenas o desdobramento natural dos acumuladores compulsivos de patrimônio: tudo é uma doença social degenerativa.
Diante do amor, diante da clareza, diante da verdade, esses nichos minoritários e barulhentos sucumbem às histerias mais grotescas. É o gatilho do nosso fascismo extemporâneo impregnado nas classes médias. O que eles não entendem, eles odeiam.
Por isso a conexão de Lula com o povo é tão forte. O vínculo é de sentido, não é ideológico. O vínculo de Lula com o povo extrapola as intepretações grosseiras da nossa cena do comentário sociológico que rotula qualquer coisa que não se pareça com o óbvio, com o já dito.
Este sujeito que tanto admiro – que o mundo admira – há tanto tempo não é apenas o maior líder político da história. Ele é um ser dotado da mais bonita humanidade de que se tem notícia. Por isso, o amor que ele vai deixando como rastro e como legado, toma dimensões cada vez mais épicas de perpetuação.
Vinícius de Moraes dizia que o amor deveria ser eterno enquanto durasse. O amor de Lula – o amor político, o amor social, o amor por Marisa, o amor pela família, o amor por seu povo, o amor pelos catadores de papel, o amor pelos portadores de hanseníase, o amor pela língua, o amor pelo sentido, o amor pela história – não tem essa cifra passional e romântica, embora ele as tenha também na grandeza do gesto.
O amor de Lula transcende, é eterno e infinito, é simbólico e solidário, é espiritual e político, doce e revolucionário, inovador e desinteressado, pleno e delicado, emocional e profundamente soberano.
Nós somos contemporâneos deste ser humano. Só isso já é a maior das honrarias que nos poderia ser concedida pela história.
Mais uma vez, é importante que se diga: testemunhar a garra deste ser humano do lado certo da história é a sensação máxima de liberdade".

segunda-feira, 2 de julho de 2018

ANTES TARDE DO QUE NUNCA
A China, dona já de grande parte da dívida norte americana com o mundo, graças à sistemática compra de Títulos da Dívida Pública daquele país, resolveu se mexer, preocupada com o destino da Petrobras, se organizando para fortes pressões internacionais, a começar sobre o golperno brasileiro e dos que estão nos preparando satélite deles.
Rússia e Irã já se manifestaram solidárias à China e a tensão internacional tende a crescer, com o Brasil no olho do furacão.
Vêm aí as pressões econômicas da China sobre iankes e brazukas.
Esclareço: a doação do PreSal às multinacionais incomodou aos orientais, mas incomodou pouco, porque eles têm fontes também, seja nos próprios territórios ou no de países aliados; com a ameaça da venda das nossas refinarias também pouco se incomodaram, eles têm as deles.
O negócio começou a pegar no momento em que o governo acena com a ameaça de vender o nosso parque petroquímico, e novamente esclareço.
Posso esclarecer? Quando falamos em petróleo imaginamos logo os combustíveis (gasolina, diesel, querosene...) só que o petróleo está tão presente em nossas vidas que se todos os derivados do petróleo fossem retirados da sua casa você teria que procurar outra: o petróleo está na fiação elétrica e nos dutos hidráulicos, no seu gás de cozinha, nos princípios ativos do remédio que você toma, nos tecidos sintéticos da sua roupa, nos estofados, no colchão que você dorme, nas cortinas, como aditivos nos alimentos que você consome, nos seus calçados, nos seus móveis e quinquilharias que os enfeita, nas tintas e vernizes, sem contar que não há um único eletrodoméstico que não tenha componentes de plástico ou borracha sintética, derivados do petróleo.
Mas isso também não preocupa tanto no exterior, pelo contrário, incapazes de produzir isso, conosco comprando no exterior, a preços internacionais, melhor para eles. Sem uma indústria de plásticos e borracha sintética os chineses multiplicariam em muito as suas exportações para cá.
O xis da questão é a nossa agricultura e pecuária.
Somos o segundo produtor mundial de alimentos (o primeiro em proteína animal – carnes, e o segundo em grãos) e estávamos aceleradamente nos aproximando dos Estados Unidos, o primeiro.
Acontece que a agricultura contemporânea é totalmente dependente do petróleo (defensivos agrícolas, adubos, corretivos do solo – a maior parte do solo brasileiro é muito ácido, com pH muito baixo, necessitando, em algumas regiões, de doses maciças de corretivos) e a pecuária, além do aparato medicamentoso, apóia-se cada vez menos no pasto e mais nas rações, formuladas a partir de grãos).
Se a nossa extensão territorial e a variedade de solos e climas nos permitem ser considerados o “celeiro do mundo”, a China é a boca do mundo.
Isto mesmo, de cada 4 seres humanos do planeta, um nasceu na China, sem contar que a Rússia é fria, em quase toda a sua extensão territorial, limitando a agricultura, e o Irã tem vastas regiões de deserto.
Resultado: você pode ficar pelado(a), sem roupas; pode morar na rua; pode deixar de tomar remédios... Mas se não beber água e comer, morre.
Ao tentar dominar as fontes, o preparo da matéria prima, subprodutos do petróleo, e o produto final, os Estados Unidos buscam a hegemonia mundial, a imposição do modelo americano ao mundo, em tese, propriedade sua, seja criando a dependência aos alimentos produzidos lá ou em regiões dependentes de lá, seja usando a comida como instrumento de chantagem política e econômica.
A grande sacada do Brics foi justamente essa: entramos com petróleo e comida, e eles entram com manufaturados, nos fazendo mercados complementares, o que os Estados Unidos não pretendem deixar que aconteça, primeiro golpeando um governo nacionalista, depois desmontando o parque petroquímico do país.
Acendeu a luzinha vermelha em Pequim, Teerã e Moscou: “querem nos deixar sem comida hoje e sem água amanhã”, e a pressão vai começar.
Eles sabem que sem PT aqui o negócio fica mais difícil lá, e nós sabemos que sem eles conosco, no Brics, o império nos devora.
Francisco Costa
Rio, 18/06/2018.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Lula, enfim, se libertou

por Jeter Gomes

O dia 24 de janeiro de 2018 ficará marcado na história como o dia em que Lula se libertou. Acabou a apreensão, o nervosismo da expectativa de um possível julgamento justo. O que se viu em Porto Alegre, durante horas e horas de sessão, foi a confirmação de que o Judiciário brasileiro não tem o menor pudor em assumir diante das câmeras que tem um lado: o das elites brancas, escravocratas e raivosas. Longuíssimas leituras e discursos políticos dos magistrados e nem uma migalha de provas da culpabilidade do ex-presidente da República. Como os inquisidores nada conseguiram provar, mostraram para seus patrões da mídia e do Kapital que são ainda mais cruéis que o TorqueMoro e aumentaram a pena. Tramando a confirmação do crime, vilipendiaram as leis, a Constituição, o Estado Democrático de Direito. Com punhos de renda, prestaram contas ao rentismo. Com inteligência média, ganharam as manchetes da mídia. E voltaram pra suas casas com as mãos sujas dos carrascos.
E ali começou a libertação de Lula do seu pequeno corpo físico de metalúrgico migrante do agreste pernambucano. O que era carne virou verbo: Lular. Se de um lado, o prefeito de Porto Alegre, seu inimigo figadal, tucano de filiação e MBL (essa seita dirigida por garotos fascistas, financiada por abastados e seguida por abestados) por convicção, não conseguiu juntar uma centena de g(p)atos pingados; do outro, 70 mil pessoas de todo o Brasil lularam numa demonstração gigantesca de apoio ao seu líder e que a mídia Golpista ocultou dos seus leitores. Certamente, Lula é o réu que mais arrastou simpatizantes para um julgamento na história da humanidade. E a massa lulava com força, com gana, com raça, com coragem, mesmo sabendo que os juízes jogavam no time adversário.

A farsa acabou, os véus foram rasgados, as máscaras deixadas nos bolsos das togas. Despiram-se das fantasias a menos de vinte dias do carnaval. E quando o mundo abriu os olhos, os três patéticos estavam nus diante do tribunal da verdade, aquela que adoece, mas nunca morre. A guilhotina foi armada para decapitar o maior líder popular e o presidente mais bem avaliado da história do Brasil. Mas Lula desencantou, bateu asas na Esquina Democrática da capital gaúcha, sobrevoou o Guaíba, se misturou ao vento e se espalhou pelo país. Se fez matéria nas universidades e institutos tecnológicos que construiu, nos 40 milhões que ajudou a tirar da miséria, na retirada do Brasil do mapa da fome da ONU, nas águas transpostas do Velho Chico, na Luz que ofertou para Todos, nos alimentos da Agricultura Familiar que saciou a fome nas merendas escolares, nos tetos seguros do Minha Casa Minha Vida, nos milhares de jovens negros e pobres que ingressaram nas universidades e adquiriram conhecimento até ultrapassaram nossos limites geográficos no Ciência Sem Fronteiras.

Esfumando-se da cidade que foi por vezes sede do Fórum Social Mundial, Lula aterrissou na Praça da República (ironia da história), na capital do Kapital brasileiro. Ali, num tom sereno, dos que portam a certeza da sua inocência, acalmou e orientou para  a luta os 50 mil militantes que o ouviram atenta e emocionadamente. Paradoxalmente, a poucos quilômetros dali, na Avenida Paulista, os vitoriosos do dia não conseguiram amealhar mais do que 300 adeptos. Sintoma de que a população se cansou de ser manipulada por grupelhos infanto-fascistas e pela mídia golpista. Senão, como explicar que os torcedores do time campeão recolheram-se em seus lares e os “derrotados” desfilaram na avenida como se tivessem ganho o campeonato? E o mar de vozes e bandeiras vermelhas lulou até a Paulista, onde já não havia o menor sinal dos “vitoriosos”.
Lula não é mais de carne e osso. Não é mais um nordestino de voz rouca e língua presa. Lula virou pássaro, virou canção, virou poesia. Já entrara pra história como um dos nossos melhores presidentes, senão o melhor. Agora se perpetuará como um dos mais injustiçados, caçados, esquadrinhados, revirados, tripudiados. Seu corpo de 72 anos pode até ser encarcerado, mas não se pode prender seus ideais, seus projetos, seus sonhos, seus feitos, sua utopia. Eles não cabem nas gaiolas da FIESP, da Rede Globo, da FEBRABAM, da Veja ou da Folha de São Paulo, pois já estão fecundados nos corações e mentes de milhares de brasileiros e brasileiras que não desistirão nunca de serem livres. Lula não mais se pertence. Ele agora é do povo, dos mais humildes, dos mais conscientes, dos mais necessitados, dos excluídos. Não por acaso, lidera folgado todas as pesquisas de intenção de voto para presidente da República. E já não precisa mais receber nenhum desses votos, pois virou lenda, virou mito, virou luz na escuridão que o Golpe nos jogou. Virou estrela no céu cinzento, virou sol em meio a tempestade. Seus algozes quiseram transformá-lo em cinzas, mas Lula é Fênix. Renasce e cresce a cada derrota. O sapo barbudo ficará na história, os juízes na escória.
Contam que depois da sentença, pré-anunciada pela crônica, ouviu-se Lula declamando os versos do gaúcho (talvez uma homenagem à cidade que o abraçou e o fez mártir) Mário Quintana: todos esses que aí estão, atravancando o meu caminho, eles passarão...Eu passarinho!
Voa Lula, voa!

https://jornalggn.com.br/noticia/lula-enfim-se-libertou-por-jeter-gomes#.WmxAbeU0_n9.facebook

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Quero de volta o Brasil de Lula:

01) FIES
02) Pronatec
03) Prouni
04) Ciência sem Fronteiras
05) Mais Médicos
06) Farmácia Popular
07) Minha Casa, Minha Vida
08) Bolsa Família
09) Cisternas no sertão
10) Luz para Todos
11) Transposição do Rio São Francisco
12) Reativação do Transporte Ferroviário
13) Ferrovia Norte-Sul
14) Ferrovia Transnordestina
15) Aumento do salário mínimo acima da inflação
16) Água para Todos
17) Brasil Sorridente
18) Pronaf
19) FAT
20) Programa Brasil Sem Miséria
21) Bolsa Atleta
22) Bolsa Estiagem
23) Bolsa Verde
24) Bolsa-escola
25) Brasil Carinhoso
26) Pontos de Cultura
27) Programa Biodiesel
28) SUS
29) SAMU/UPAS
30 Saúde da Família
31) FGEDUC (Seguro do FIES)
32) Casa da Mulher Brasileira
33) Aprendiz na Micro e Pequena Empresa
34) MEI Microempreendedores Individuais
35) Pagamento da Dívida Externa ao FMI
36) Empréstimo ao FMI
37) BRICS
38) Retirada pela ONU do Brasil do Mapa da Fome
39) Reequipagem, Valorização e Autonomia da Polícia Federal
40) Liberdade para a PGR
41) Liberdade para o MP
42) Escolha para os órgãos da Justiça dos primeiros das listas das corporações
43) Jogos Pan-americanos
44) Copa do Mundo
45) Olimpíadas
46) 98 conferências nacionais de 43 áreas, como educação, juventude, saúde, cidades, mulheres, comunicação, direitos LGBT, entre outras.
47) Orçamento para a Cultura cresceu de R$ 276,4 milhões em 2002 para R$ 3,27 bilhões em 2014
48) Vale-cultura
49) Programa Cultura Viva
50) Programa Mais Cultura nas Escolas
51) PND - Política Nacional de Defesa - Investimentos em defesa cresceram dez vezes: de R$ 900 milhões em 2003 para R$ 8,9 bilhões em 2013
52) Participação das FFAA em 11 missões militares de paz da ONU
53) Projeto Submarino Nuclear
54) Modernização da frota de aeronaves da FAB com transferência da tecnologia
55) Pré-sal
56) Redução de 79% do desmatamento da Amazônia brasileira
57) Aumento em mais de 50% da extensão total de área florestal protegida.
58) Liderança mundial em redução de emissão de gases de efeito estufa (GEE). Entre 2010 e 2013, o Brasil deixou de lançar na atmosfera uma média de 650 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.
59) Valorização do polo naval
60) Refinaria Abreu e Lima
61) Novas usinas hidrelétricas: Teles Pires, Belo Monte, São Manoel, Santo Antônio, Jirau, São Luiz do Tapajós
62) Conferência Mundial Rio+20
63) PPP
64) PAC
65) Aumento exponencial do parque eólico brasileiro
66) Polos de desenvolvimento NE: Suape PE, Pecém CE e Camaçari BA: Investimentos somam cerca de R$ 100 bilhões.
O PT tinha dinheiro para todos estes programas e projetos e ainda deixou um caixa de US$ 371 bilhões.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

LULA
O ódio da velha direita, o desengano da classe média em angústia e a falência dos empresários burros, apontam para um aterrorizante cenário: porque sem futuro, sem esperança, sem povo.
Todos os fascistas apavorados, com a ascensão de Lula da Silva em cada pesquisas eleitoral, por eles mesmo patrocinadas.
Só resta a essa trupe de corruptos, aprofundar a crise e negociar a soberania nacional, vendendo os ativos nacionais às multinacionais, sob os aplausos da TV Globo, uma empresa mercantil de comunicação que defende gente do tipo de Aécio Neves, Temer, Geddel, Henrique Alves, Eduardo Cunha, Loures et caterva, personagens do atraso, caixeiros viajante da desgraça nacional.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

QUEM SÃO ESSES PASTORES REACIONÁRIOS E SUAS IGREJAS ARRECADADORAS?
Certos pastores e suas Igrejas, caça níquel, politicamente reacionários, controlam e contaminam uma determinada população já miserável e em agonia. População essa que, alienada, aceita ser submetida a orientação ideológica de ricos e espertos pastores, tipo, Malafaia, Edir Macedo e outros, proprietários de impérios de comunicação, de fazendas de criação de animais, ou de fortunas depositas irregularmente em bancos no Brasil e no exterior.
Vez por outras um deles é preso carregando, mundo afora, malas com dinheiro, sem ter como explicar a origem de tanta grana, de grandes fortunas. Fortunas estas obtidas no Brasil, por suas empresas, digo, igrejas, em recompensa da oferta da salvação e da paz celestial prometidas a seus adeptos.
Sabe-se, esses impérios de alienação e arrecadação de dinheiro de pobres, já explorados, não pagam um real em imposto ao erário público e não são submetidos a qualquer tipo de ação fiscalizadora. Ou seja, roubam seus fiéis livremente. Esses exploradores da alma humana, já vazia, vivem nababescamente em suas mansões e passeiam em seus luxuosos aviões às custas da miséria humana.
Penso ser esses líderes religiosos e seus tentáculos, um dos grandes males que assola o Brasil atualmente, por saquearem populações pobres e analfabetas, em sua maioria, e por exercerem grande influência no domínio do Estado e, consequentemente, no destino da nação. Esses salafrários são verdadeiros estercos do satanás.
Geraldo de Margela Fernandes

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Pesqueira, 15 de setembro de 2017


Nossa indignação e repúdio para aquele que maltrata pessoa Especial.

Kleber, Klebinho, é assim que o chamamos. Ele é pela medicina chamado de Especial. E que todos fiquem sabendo, que para nós, ele é especial em tudo. Queremos para ele, todo o respeito do mundo. Não admitiremos que o maltrate!
Um pouco de Klebinho para vocês: ele adora o time do Sport. Sempre quando o seu time joga, ele chama o avô Medeiros, para assistir com ele. Pois ele tem os avós maternos, paternos e os avós por adoção de coração, Medeiros e eu. Adora assistir à TV Câmara, TV Senado. Ele adora conversar política, municipal, estadual e federal. Ele tem muitas amizades de pessoas de bem, que gostam dele também. Cito como exemplo o major a época de comando aqui na cidade, major Figueiredo. Que até hoje, mantém amizade. E adora aquele bolo de chocolate que com todo amor e carinho faço para ele.
Portanto, não me venha você, por causa de uma bermuda, em sessão da Câmara de Vereadores, colocá-lo para fora dessa sessão, de escada abaixo. Lembre-se, você, que assim procedeu: Klebinho tem familiares e você conhece todos. Poderia muito bem ter telefonado para sua casa e pedido para ir buscá-lo. E não ter praticado contra o nosso garoto Especial, tamanha barbárie.
É traumatizante, chocante, o ato em si, de pegar um Especial ou quem quer que seja e retirá-lo do recinto em ato grosseiro e repugnante.

Quem deveria dar exemplo de cidadania aceitando seus cidadãos em sessão da Câmara com bermuda ou calças compridas, assim não o faz. Aquela casa é do povo! E vocês estão aí, porque foram colocados pelo povo. Não me venha maltratar uma pessoa por ter estado numa sessão de bermuda. E muito mais, se tratando de uma pessoa conhecida e especial. Fica aqui registrada a minha repulsa, e indignação pela atitude desse vereador citado no jornal que circulou há poucos dias. Leia-se nesse Jornal, Vassoura da BESTA-FERA – Setembro 2017, que vocês entenderão o meu desabafo. O artigo se chama: PORRADA Vereadores dão no povo! E quem assistiu a esse ato repulsivo por favor não se omita. Entre em contato comigo pelo bate papo particular no face. O mundo precisa de pessoas corajosas que não compactuem com a impunidade e com esses políticos que se acham o dono do mundo.