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segunda-feira, 5 de junho de 2017
domingo, 4 de junho de 2017
TRÁFICO DE INFLUÊNCIA ENTRE POLÍTICOS E EMPRESÁRIOS.
Exemplos de manipulação das instituições republicanas em favor de determinados políticos, no caso, negociações espúrias do governo de Michel Temer e do "senador" Aécio Neves com empresários. Quando a nação estarrecida assistiu esses golpistas fazendo negociatas envolvendo o recebimento de malas e sacolas com dinheiro.
É importante que se afirme que o conluio do governo com empresários se transformou em prática político-administrativa abominável. Prática corrupta coordenada pessoalmente por um presidente ilegítimo e políticos farsantes, após o golpe de Estado ocorrido no Brasil em 2016. Assim, estarrecida, a nação degringola, mesmo porque, não foi esta a conduta política anunciada pelos golpistas e seus apoiadores de feição oligarca por ocasião do golpe parlamentar, judiciário, midiático, desfechado na democracia.
Empresários do agronegócio, da indústria e das finanças enriqueceram e enriquecem às custas dos favores concedidos com dinheiro público, em última instância, retirados do povo trabalhador. Tome como exemplos os procedimentos dos empresários Eike Batista, Joesley Batista, os irmãos Marinhos da TV Globo, e tantos outros com políticos corruptos, tipos: Temer, Cabral e Aécio.
Esse governo formado por uma maioria de políticos denunciados ao STF não corresponde, assim penso, ao ideário proposta por uma certa classe média, ao fazer grandes mobilizações de rua para derrubar a presidenta legitimamente eleita, Dilma Rousseff e criminalizar o seu partido, o PT. Ou estou enganado, seriam esses políticos homens públicos corretos e não farsantes traficantes de influência e negociadores banais do destino da nação?
Cumprido o ato autoritário, porque sem crime a imputar a presidenta, do impeachment e a ação de violação da Constituição, com o apoio dessa classe média bilontra, foi instalado um Estado de exceção, como vemos, com polícias e forças armadas nas ruas reprimindo com violência, no caso da polícia, a democracia e seus defensores. Como se viu na última mobilização ocorrida em Brasília no dia 24 de maio de 2017.
As forças armadas em acordo com a Constituição Federal não tem atribuições de repressão ao povo, mas, dever institucional de defender a pátria dos ataques externos. Além da missão de preservar a soberania nacional, hoje negociada com as petroleiras que dominam esse setor industrial no mundo; com os grande grupos da indústria química e naval mundiais; além da destruição da indústria da construção civil nacional em favor de empresas americanas e chinesas.
Vivemos, hoje, uma derrocada nacional, um descalabro histórico: na economia, na política e na cultura. Protestar nas ruas é o que resta ao povo para evitar essa barbárie, barrar a supressão dos direitos sociais e trabalhista e parar a desnacionalização das nossas riquezas. Esse governo com suas políticas têm aumentado o desemprego, já são 14 milhões de desempregados, conforme o FIBGE, roubado a esperança da juventude, ameaçado os aposentados e mais: aprofundado o nível de dependência econômica do Brasil às nações hegemônicas do mundo. Um verdadeiro desastre nacional.
Geraldo de Margela Fernandes
quinta-feira, 1 de junho de 2017
sábado, 27 de maio de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
NÃO À VIOLÊNCIA E AO ÓDIO.
Uma nação complexa, com 200 milhões de brasileiros, a 8° economia mundial, com centenas de centros de pesquisas e universidades, uma rede escolar e institutos federais de ensino apreciáveis; com uma juventude ávida por progresso, que busca integrar-se à humanidade, não pode ser governada por baionetas, por bombas de gás, gás de pimenta, cassetetes, mordidas de cães e patas de cavalos. Não, esse Brasil arcaico ofertado pelo golpe ao nosso povo está merecendo desse mesmo povo o mais decisivo combate. Como ocorreu ontem, 24/5/2017, em Brasília e em todos os recantos do país.
Esse Brasil que Michel Temer e seus áulicos desejam impor é o Brasil do passado: o Brasil dos idos da Colônia, dos tempos do império e da escravidão; o Brasil da República Velha, sem direitos sociais e trabalhistas, e sob o mando dos coronéis do latifúndio, que de chibata em punho impunham as suas vontades, suas taras e verdades; o Brasil de retorno à ditadura, das prisões arbitrárias, da censura a cultura, das perseguições aos trabalhadores, aos jovens e aos intelectuais também não nos interessa. Esse Brasil dos golpistas, movido pelo ódio ao povo merece o nosso firme combate, a nosso indignação e o nosso repúdio.
Contra as políticas do Golpe nós propomos retomar um Brasil formado de cidadãos, de povo educado e civilizado que, com coragem, vínhamos construindo. Nessa direção nos somamos a justa luta dos sindicatos, dos professores, dos sem terra e sem teto, da juventude, dos aposentados, dos 14 milhões de desempregados, enfim, do povo, contra o império da exclusão social, da desigualdade, da perseguição e do estado de exceção. O caminho, o nosso caminho, diferente do de Temer e caterva, é o caminho da luta nas ruas e em todos os espaços de nossa convivência. Até retomamos os avanços sociais e conquistarmos a paz.
Geraldo de Margela Fernandes
Professor da UFRN
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Pra quem diz que é tudo farinha do mesmo saco. NÃO É NÃO!
"Objetivamente falando (sem qualquer paixão):
Uma coisa é delação premiada com rascunho de e-mail, contrato sem assinatura e recibo de pedágio. Outra coisa é delação premiada com gravações.
Uma coisa é interceptação telefônica, outra coisa é gravação telefônica feita pela parte, autorizada por lei.
Uma coisa são as pedaladas fiscais, outra coisa é a compra do silêncio de um preso.
Uma coisa é o sistema eleitoral em que você elege presidente e vice com o mesmo programa de governo. Outra coisa é o vice adotar um programa em que o povo não votou.
Uma coisa é a condução da Lava-jato feita pelo Moro. Outra coisa são as investigações da Polícia Federal que até rastrearam o dinheiro entregue a Aécio Neves...
Uma coisa são os políticos que votam contra os direitos dos trabalhadores, contra a aposentadoria. Outra coisa são aqueles que os defendem.
Não, não é tudo igual."
"Objetivamente falando (sem qualquer paixão):
Uma coisa é delação premiada com rascunho de e-mail, contrato sem assinatura e recibo de pedágio. Outra coisa é delação premiada com gravações.
Uma coisa é interceptação telefônica, outra coisa é gravação telefônica feita pela parte, autorizada por lei.
Uma coisa são as pedaladas fiscais, outra coisa é a compra do silêncio de um preso.
Uma coisa é o sistema eleitoral em que você elege presidente e vice com o mesmo programa de governo. Outra coisa é o vice adotar um programa em que o povo não votou.
Uma coisa é a condução da Lava-jato feita pelo Moro. Outra coisa são as investigações da Polícia Federal que até rastrearam o dinheiro entregue a Aécio Neves...
Uma coisa são os políticos que votam contra os direitos dos trabalhadores, contra a aposentadoria. Outra coisa são aqueles que os defendem.
Não, não é tudo igual."
Giorgia Sena - Procuradora da Advocacia-Geral da União (AGU).
domingo, 21 de maio de 2017
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