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quinta-feira, 6 de novembro de 2014


Dilma Rousseff se sentindo responsável
"O resultado da eleição foi o seguinte: eu fui eleita situação. Reeleita presidente. E eles tiveram menos votos e foram indicados para a oposição. É isso que é a democracia. A democracia faz esse processo: uns vão para oposição, outros vão para situação. É da vida. Saber perder é saber em que ponto você está. Não significa que nós vamos construir um muro entre nós. Um muro com um lado do Brasil que é situação e com outro lado do Brasil que é oposição. Não tem isso. Isso é das lideranças políticas. Os eleitores não são de ninguém. Não são meus. Os eleitores são os brasileiros que nós temos que dar conta do que eles querem a partir de agora. Cada um de nós."

No Brasil a direita quer calar o povo. " E muitos estão felizes achando que estão derrotando a presidenta Dilma! Acorda povo!"

Estados Unidos também são bolivarianos? EUA realizam 146 consultas públicas nesse dia 4


O debate sobre a participação popular está em pauta no Brasil, especialmente após a derrubada, na Câmara dos Deputados, do decreto presidencial que instaura a Política Nacional de Participação Social. A direita e os parlamentares conservadores atacam  a democracia participativa, falando que o decreto instauraria o bolivarianismo no Brasil (?), na tentativa de desqualificar os movimentos sociais e a participação social que vêm sendo implementada no Brasil . Como já mostramos aqui, a direita parece não entender que, na democracia, quanto mais participação do povo, melhor.
 É assim também nos Estados Unidos, que realizam nesta terça-feira, 4, eleições para o Parlamento e e diversas consultas públicas(link is external), plebiscitos e referendos. Em pauta, a reforma da política sobre o uso de drogas, além de procedimentos legais de aborto. O país atingirá o número recorde de 146 consultas públicas em 42 estados norteamericanos.
Longe de se tornar uma ditadura bolivariana, os Estados Unidos  fazem uso dos conselhos populares para decisões em 24 estados da nação. É assim também nas outras grandes democracias consolidadas ao redor do mundo, como é o caso dos plebiscitos na Suécia, ou dos referendos canadenses.
Enquanto isso, no Brasil, que também já passou por importantes momentos de participação social, sendo exemplo mundial, setores da mídia e da oposição ainda se utilizam do antigo discurso da polarização política para evitar a participação do povo nas decisões políticas do país. Sob a eterna ameaça do "golpe comunista" que nunca chegou, a direita se aproxima das vertentes mais reacionárias dos discursos políticos, inflamadas em xenofobia, preconceito e má-informação.
A regulamentação da participação social nas esferas do poder público é constitucional e busca reforçar o que já está determinado no artigo 1, parágrafo único da Constituição Federal de 1988(link is external): "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente". Afinal, quem tem medo de participação popular?
Fonte, http://mudamais.com/ocupe-politica/estados-unidos-tambem-sao-bolivarianos-eua-realizam-146-consultas-publicas-nesse-dia

segunda-feira, 3 de novembro de 2014


Marília Arraes
"Houve uma época em que só os homens brancos e ricos podiam votar. Há 87 anos, a professora Celina Guimarães Viana quebrou essa tradição, tornando-se a primeira eleitora do Brasil. Isso só foi possível graças a uma lei eleitoral do estado do Rio Grande do Norte, primeiro do país a reconhecer esse direito. Hoje celebramos o Dia da Instituição do Voto Feminino, uma data que serve, antes de mais nada, para que seja feita uma reflexão sobre a participação das mulheres no processo democrático.
O direito de votar e ser votada ocorreu de maneira tardia no Brasil. Mesmo com todos os avanços nesta área, ainda estamos muito aquém do patamar de igualdade de gênero. Apesar das mulheres serem maioria entre os cidadãos aptos a votar, cerca de 52%, de acordo com o TSE, os partidos políticos, de maneira geral, ainda contam com a presença de poucas filiadas. Não porque essas não desejam participar da política, mas porque neste meio ainda prevalece, infelizmente, o pensamento machista e patriarcal, o que inviabiliza a efetiva participação feminina.
Dados do TSE comprovam que 29% dos candidatos nas eleições deste ano eram mulheres, o que representa cerca de 6.500 inscritas. Já o quantitativo de homens que disputaram cargos públicos foi de 71%, ou seja, quase 16 mil candidatos. Mesmo diante desses dados é preciso reconhecer que a nossa sociedade evoluiu. Atualmente temos uma mulher na presidência, não só do Brasil, mas de outros países, e as políticas públicas de gênero começaram a ser debatidas, ainda que de maneira gradual.
Saber valorizar essa conquista e usá-la de forma responsável é um dever de todos e de todas. Uma sociedade só tem força para seguir em frente quando os cidadãos estiverem no mesmo patamar de representatividade.‪#‎DiadaInstituiçãodoVotoFeminino‬ ‪#‎ParticipaçãodasMulheresnaPolítica‬‪#‎Democracia‬ ‪#‎Equipe‬"

domingo, 2 de novembro de 2014



"Aos 21 anos, conquistei a bolsa integral pelo ProUni na PUC-Campinas, universidade que amo muito. Meu irmão formou-se em Direito também pelo ProUni. Foi emocionante ver a família prestigiando o primeiro doutor na família que até 12 anos atrás não havia rompido o difícil ciclo do trabalho na lavoura. Nunca esquecerei das lágrimas de emoção da minha mãe. Obrigado por nos dar esta oportunidade presidentes Lula e Dilma, obrigado por cuidar com tanto amor dessa população sofrida." Esse é o depoimento de Douglas Guimarães. Conte você também suas conquistas:
Nasci e fui criado na zona rural de Ribeirão Branco, no interior de São Paulo. Meus avós eram agricultores, bem
OBRASILQUECONQUISTAMOS.COM.BR

Uma notícia dessa é para pirar coxinha! kkkkkkkkkkkkkk Dá-lhe Dilma!

Lucro bruto da Petrobras no segundo trimestre de 2014 foi de R$ 38,5 bilhões. Resultado é superior ao do primeiro trimestre 2013, principalmente devido aos maiores preços de derivados. Na comparação com o trimestre anterior, o lucro operacional da empresa teve um aumento de 17%, passando de R$ 7,6 para R$ 8,8 bilhões. Leia mais:http://goo.gl/G0dN2H


CRÔNICA
Segundo a jornalista Carla Jiménez, do El País, a "fama de durona desaparece em dez minutos de prosa". Leia "A Dilma Rousseff que eu conheci pessoalmente": http://goo.gl/m0h5xb.

sábado, 1 de novembro de 2014